terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Paz



Paz é não ficar preocupado com o mal comportamento das pessoas.
Se alguém faz algo errado é porque está perturbado internamente.
A sua paz vai fazer muito bem a ele. Ser pacífico não é ser passivo.
A paz é muito ativa, ela destrói a perturbação.
Para ser pacífico tudo que preciso fazer é me esvaziar do inútil e do negativo.
Esse é o maior presente que o mundo pode receber de mim.

Denise Lawrence

Recebi esta mensagem da minha doce amiga Regina Mel. Quando a li, ela caiu como uma luva em um momento de raiva e indignação que eu estava passando. É impressionante como os sinais de Deus nos são enviados por anjos amigos que nos rodeiam neste mundo, no momento em que mais precisamos.
E é por isto que eu agradeço a Deus por ser tão abençoada e amparada em todos os momentos de minha vida. Inclusive naqueles em que eu me perco em meus próprios sentimentos negativos. Deus jamais nos julga, nos ama exatamente como somos, inclusive com nossos defeitos e dificuldades.

Um beijo carinhoso a todos vocês... Que a luz do Natal possa tocar o coração de todos nós.

Sema

domingo, 22 de novembro de 2009

NUNCA estamos sós


Quando você está cansado e desencorajado por esforços que não deram frutos
Seu Anjo sabe o quanto você tentou...

Quando você chorou por longo tempocom o coração cheio de angústia
Ele contou suas lágrimas...

Se você sente que sua vida está perdida e que muito tempo também se perdeu
Ele está confortando você...

Quando você está solitário e seus amigos estão muito ocupados para um simples telefonema
Ele acompanha você...

Quando você sente que já tentou de tudo e não sabe por onde recomeçar
Ele tem a solução...

Quando nada mais faz sentido e você se sente frustrado e deprimido
Ele tenta lhe mostrar respostas...

Se de repente tudo lhe parece mais brilhante e você percebe uma luz de esperança, nesse momento
Ele soprou nos seus ouvidos...

Quando as coisas vão bem e você tem muito para agradecer
Ele está festejando com você ...

Quando algo lhe traz muita alegria e você se sente refortalecido
Ele está sorrindo para você...

Quando você tem um propósito a cumprir e um sonho para seguir
Ele abre seus olhos e o chama pelo nome...

Lembre-se que onde você estiver seja na tristeza ou na felicidade, mesmo que ninguém mais saiba,
Seu Anjo sabe!!


Silvia Schmidt

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Atmosfera


“Imagine-se dentro do carro. O trânsito está completamente parado. O dia está muito quente e você não está nada confortável. Você liga o ar condicionado e em poucos segundos tudo muda. Você sente bem-estar e disposição para chegar ao destino. Da mesma forma que a tecnologia tem a capacidade de transformar calor em frio, precisamos aprender a transformar ambientes tensos em ambientes amigáveis e cooperativos. Para isso, influencie a atmosfera ao seu redor com pensamentos positivos e elevados, seja qual for a circunstância.”


Site nacional:

www.bkwsu.org/brasil

terça-feira, 20 de outubro de 2009

"Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada um em uma viagem, para observar uma parreira que estava plantada em um distante local. O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão, e o quarto e mais jovem, no Outono. Quando retornaram, ele os reuniu, e pediu que cada um descrevesse o que tinha visto.

O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida. O segundo filho disse que não, que ela era recoberta de botões verdes, e cheia de promessas. O terceiro filho discordou; disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram as coisas mais graciosas que ele jamais tinha visto. O último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas...


O homem então explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore... Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem eles são, e o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estão completas. Se você desistir quando for Inverno, você perderá a promessa da Primavera, a beleza de seu Verão, a expectativa do Outono.


Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida apenas por uma estação difícil. Persevere através dos caminhos difíceis, e melhores tempos certamente virão de uma hora para a outra."


Que todos tenham uma semana maravilhosa, cheia de luz, alegria e amizade.

sábado, 10 de outubro de 2009

Positividade



“Manter a positividade com aqueles que são positivos conosco é fácil. Difícil é ser positivo com alguém que é negativo com a gente. Nesse caso parece tão natural reagir negativamente. Porém, isso só piora a situação para quem está disposto a trazer mudança. A única maneira de manter a positividade diante daqueles que se comportam de forma negativa conosco é lembrar da nossa força interior. Quando estamos conectados com o que temos, nos tornamos doadores verdadeiros e livres de expectativas. A água fresca da nossa positividade é a única maneira de apagar o fogo da raiva.”

Bramma Kumaris

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Orgulho e Vaidade


Orgulho


“Aquele que fio encontra a felicidade senão na satisfação do orgulho e dos apetites grosseiros é infeliz quando fio os pode satisfazer, enquanto que aquele que fio se interessa pelo supérfluo se sente feliz com aquilo que, para os outros, constituiria infortúnio.”(Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Livro Quarto. Capítulo 1. Penas e Gozos Terrenos. Parte dos comentários à resposta da pergunta 933.).


“O orgulho vos induz a julgardes mais do que sois, a não aceitar uma comparação que vos possa re­baixar, e a vos considerardes, ao contrário, tão acima dós vossos irmãos, quer em espírito, quer em posição social, quer mesmo em vantagens pessoais, que o menor paralelo vos irrita e aborrece. E o que acontece, então? Entregai-vos à cólera.”(Allan Kardec. O Evangelho Segundo Q Espiritismo. Capítulo IX. Bem-aventurados os Brandos e Pacíficos. A Cólera.).


As principais reações e características do tipo predominantemente orgulhoso são:


1. Amor-próprio muito acentuado: contraria-se por pequenos motivos;

2. Reage explosivarnente a quaisquer observações ou críticas de outrem em relação ao seu comportamento;

3. Necessita ser o centro de atenções e fazer prevalecer sempre as suas próprias idéias;

4. Não aceita a possibilidade de seus erros, mantendo-se num estado de consciência fechado ao diálogo construtivo;

5. Menospreza as idéias do próximo;

6. Ao ser elogiado por quaisquer motivos, enche-se de uma satisfação presunçosa, como que se reafirmando na sua importância pessoal;

7. Preocupa-se muito com a sua aparência exterior, seus gestos são estudados, dá demasiada importância à sua posição social e ao prestígio pessoal;

8. Acha que todos os seus circundantes (familiares e amigos) devem girar em torno de si;

9. Não admite se humilhar diante de ninguém, achando essa ati­tude um traço de fraqueza e falta de personalidade;

10. Usa da ironia e do deboche para com o próximo nas ocasiões de contendas.Compreendemos que o orgulhoso vive numa atmosfera ilusória, de destaque social ou intelectual, criando, assim, barreiras muito densas para penetrar na realidade do seu próprio interior.


Na maioria dos casos o orgulho é um mecanismo de defesa para encobrir algum aspecto não aceito de ordem familiar, limitações da sua formação escolar-educacional, ou mesmo o resultado do seu próprio posicionamento diante da sociedade da imagem que escolheu para si mesmo, do papel que deseja desempenhar na vida de “status”.E preferível nos olharmos de frente, corajosamente, e lutar por nos­sa melhora, não naquilo que a sociedade estabeleceu, dentro dos limites transitórios dos bens materiais, mas nas aquisições interiores: os tesouros eternos que “a traça não come nem a ferrugem corrói! “.


Vaidade


“O homem, pois, em grande número de casos,é o causador de seus próprios infortúnios; mas, em vez de reconhecê-lo, acha mais simples, menos humilhante para a sua vaidade, acusar a sorte, a Providência, a má fortuna, a má estrela, ao passo que a má estrela é apenas a sua incúria.”(Allan Kardec. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo V. Bem-aventurados os Aflitos. Causas Atuais das Aflições.)


A vaidade é decorrente do orgulho, e dele anda próxima. Destacamos adiante as suas facetas mais comuns:

1. Apresentação pessoal exuberante (no vestir, nos adornos usados, nos gestos afetados, no falai demasiado);

2. Evidência de qualidades intelectuais, não poupando referências à própria pessoa, ou a algo que realiza;

3. Esforço em realçar dotes físicos, culturais ou sociais com notória antipatia provocada aos demais;

4. Intolerância para com aqueles cuja condição social ou intelectual é mais humilde, não evitando a eles referências desairosas;

5. Aspiração a cargos ou posições de destaque que acentuem as referências respeitosas ou elogiosas à sua pessoa;

6. Não reconhecimento de sua própria culpabilidade nas situações de descontentamento diante de infortúnios por que passa;

7. Obstrução mental na capacidade de se auto-analisar, não aceitando suas possíveis falhas ou erros, culpando vagamente a sorte, a infelicidade imerecida, o azar.


A vaidade, sorrateiramente, está quase sempre presente dentro de nós. Dela os espíritos inferiores se servem para abrir caminhos às perturbações entre os próprios amigos e familiares. É muito sutil a manifestação da vaidade no nosso íntimo e não é pequeno o esforço que devemos desenvolver na vigilância, para não sermos vítimas daquelas influências que encontram apoio nesse nosso defeito. De alguma forma e de variada intensidade, contamos todos com uma parcela de vaidade, que pode estar se manifestando nas nossas motivações de algo a realizar, o que é certa­mente válido, até certo ponto. O perigo, no entanto, reside nos excessos e no desconhecimento das fronteiras entre os impulsos de idealismo, por amor a uma causa nobre, e os ímpetos de destaque pessoal, característicos da vaidade.

A vaidade, nas suas formas de apresentação, quer pela postura física, gestos estudados, retórica no falar, atitudes intempestivas, reações arrogantes, reflete, quase sempre, uma deformação de colocação do indivíduo, face aos valores pessoais que a sociedade estabeleceu. Isto é, a aparência, os gestos, o palavreado, quanto mais artificiais e exuberantes, mais chamam a atenção, e isso agrada o intérprete, satisfaz a sua necessidade pessoal de ser observado, comentado, “badalado”. No íntimo, o protagonista reflete, naquela aparência toda, grande insegurança e acentuada carência de afeto que nele residem, oriundas de muitos fatores desencadeados na infância e na adolescência. Fixações de imagens que, quando criança, identificou em algumas pessoas aparentemente felizes, bem sucedidas, comentadas, admiradas, cujos gestos e maneiras de apresentação foram tomados como modelo a seguir.O vaidoso o é, muitas vezes, sem perceber, e vive desempenhando um personagem que escolheu. No seu íntimo é sempre bem diferente daquele que aparenta, e, de alguma forma, essa dualidade lhe causa conflitos, pois sofre com tudo isso, sente necessidade de encontrar-se a si mesmo, embora às vezes sem saber como.


O mais prejudicial nisso tudo é que as fixações mentais nos personagens selecionados podem estabelecer e conduzir a enormes bloqueios do sentimento, levando as criaturas a assumirem um caráter endurecido, insensível, de atitudes frias e grosseiras. O Aprendiz do Evangelho terá aí um extraordinário campo de reflexão, de análise tranqüila, para aprofundar-se até as raízes que geraram aquelas deformações, ao mesmo tempo que precisa identificar suas características autênticas, o seu verdadeiro modo de ser, para então despir a roupagem teatral que utilizava e colocar­se amadurecidamente, assumindo todo o seu íntimo, com disposição de melhorar sempre.
(Fonte: Ney Prieto Peres)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Coragem


“Para nadar no oceano preciso, antes de tudo, ultrapassar a zona de arrebentação. Ondas grandes e pequenas vêm ao meu encontro, criando resistência no avançar. Situações tensas, pensamentos negativos, relacionamentos competitivos, vêm para reduzir minha força e coragem. Mas com bra­vura sou capaz de vencer a zona de conflito e chegar às águas tranquilas para o mergulho desejado. E lá no fundo do oceano encontro, uma a uma, as pérolas preciosas: as virtudes que me tornam singular”.


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