
"No meu caminho não tem pedras nem espinhos.... Eu durmo sereno e acordo com o canto dos passarinhos..."
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Texto Revista Bons Fluidos - Desintoxique sua mente

domingo, 30 de maio de 2010
Julgamentos II

Numa manhã, ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira e logo os amigos disseram ao velho:
- Mas que maldição, seu cavalo foi roubado!
E o velho respondeu : - Calma, não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira. O resto é julgamento de vocês.
As pessoas riram do velho; quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou. Ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso; ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo. Novamente, as pessoas se reuniram e disseram : - Velho, você tinha razão, não era mesmo uma maldição, e sim uma bênção. E o velho disse: - Vocês estão se precipitando de novo, quem pode dizer se é uma bênção ou não? Apenas digam que o cavalo está de volta...
O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens, apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas e as pessoas se reuniram mais uma vez, e se puseram a julgar: - E não é que você tinha razão, velho? Foi uma maldição seu único filho perder o uso das pernas. E o velho disse : - Mas vocês são mesmo obcecados por julgamento, hein? Não se adiantem tanto, digam apenas que meu filho fraturou as pernas, ninguém sabe ainda se isso é uma maldição ou uma bênção...
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar, menos o filho do velho.
Quem é obcecado por julgar cai sempre na armadilha de basear seu julgamento em pequenos fragmentos de informação, o que o levará a conclusões precipitadas.
Nunca encerre uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho termina outro começa, quando uma porta se fecha outra se abre."
Vídeo Louise Hay - O poder das Afirmações Positivas
Uma chuva de bençãos e energia positiva do AMOR para todos nós =)
Sema
sexta-feira, 21 de maio de 2010
CARINHO, POR QUÊ E QUANTO PAGAR POR ELE?
A carência é tão grande, a sensação de solidão é tão forte que nos dispomos a pagar por companhia, por uma remota possibilidade de conseguir um pouco de carinho. Eu sei você vai dizer: "de forma alguma, eu nunca saí com uma garota ou um garoto de programa; jamais pagaria para ter carinho"!
Pois é, mas não é de dinheiro que estou falando. Não se trata desta moeda. Estou falando das escolhas que fazemos, indiscriminadamente, em busca de afeto. As relações sexuais fáceis e fugazes, a liberação desenfreada de intimidade, a cama que chega nas relações muito antes de uma apresentação de corações... a rapidez com que "ficamos", com que beijamos na boca, com que tocamos nossas "zonas erógenas" demonstra exatamente o quanto pagamos. Ou, ao contrário de tudo isso, a amargura e o mau-humor que toma conta daqueles que não fazem nada disso, que se fecham feito ostras, criticando e maldizendo quem se entrega, quem transa, quem sai em busca de afeto a qualquer preço... Enfim, de uma forma ou de outra, estão pagando pelo carinho que não dão e pelo carinho que, muitas vezes, não se permitem receber.
Ou seja, se sexo realmente fosse tão bom, poderoso e suficiente quanto "prometem" as revistas femininas, as cenas calientes das novelas ou os sites eróticos, estaríamos satisfeitos, não é? Mas não estamos definitivamente não estamos!
Sabe por quê? Porque falta conteúdo nestas atitudes, nestes encontros. Não se trata de julgamento de valor nem de pudor hipócrita. Trata-se de constatação, de fato! Muito mais do que orgasmos múltiplos, precisamos urgentemente de um cafuné, de um abraço que encosta coração com coração, de um simples deslizar de mãos em nosso rosto, de um encontro de corpos que desejam sobretudo fazer o outro se sentir querido, vivo. Tocar o outro é acordar as suas células, é reavivar seus poros, é oferecer um alento, uma esperança, um pouco de humanidade, tão escassa em nossas relações.
Talvez você pense: mas eu não tenho ninguém que esteja disposto a fazer isso comigo, a me dar este presente. Pois é. Esta é a matemática mais enganosa e catastrófica sob a qual vivemos. Quem disse que você precisa ter alguém que faça isso por você?!?
Não! Você não precisa, acredite! De pessoas à espera de soluções o mundo está farto! Precisamos daqueles que estão dispostos a serem "a" solução! Portanto, se você quer transformar a sua vida num encontro amoroso, torne-se o próprio amor, o próprio carinho, a própria carícia. Torne-se a diferença na vida de pessoas, do maior número de pessoas que conseguir.
A partir de hoje, ao invés de sair pra balada dizendo que quer "beijar muuuuito", concentre-se na sua capacidade de dar afeto e surpreenda-se com o resultado.
Li a tempos atrás um texto sobre "(cuddle parties)",uma nova onda em Nova Iorque. Pessoas acima dos 30 anos pagam até 30 dólares para participar de uma festa onde os convidados se abraçam se tocam sem a intenção de sexo (aliás, sexo é proibido nesta festa). Meu Deus, que coisa horrível não ter alguém ao seu lado que você possa tocar que você possa acariciar.
Sabe, a gente tem medo de dar carinho e ser rejeitado, de tocar o outro e ser chamado de "pegajoso". E não estou falando de tocar estranhos, não... Estou falando de tocar amigos, familiares, pai, mãe, irmão, marido, esposa, namorado. Estou falando de afeto com aqueles que, teoricamente, são os mais próximos de nós, aqueles que em nossa agenda colocamos o nome para serem avisados caso algum acidente aconteça conosco.
Sugiro que, a partir de hoje, você comece a se tornar uma pessoa carinhosa, no jeito de falar, no jeito de ouvir, no jeito de chegar e de sair... Faça um cafuné em alguém que você gosta. Você vai se sentir um pouco estranho, talvez o outro sinta até o coração disparar e pense "nossa, o que eu faço agora, o que eu digo, o que está acontecendo"? Mas não desista! Dê carinho, mais e mais... e faça parte do "clube dos saciados", diminuindo o número de pessoas contaminadas pela carência.
Ofereça carinho gratuitamente e você passará a "pagar" por ele cada vez menos!
Texto de Biba.
Original no Portal L.E.M.A.
domingo, 2 de maio de 2010
Nosso Lar - o filme
http://www.nossolarofilme.com.br/
Nosso Lar é o um dos livros - o mais vendido até hoje - psicografados pelo médium brasileiro Chico Xavier, que compõem uma coleção intitulada A Vida no Mundo Espiritual, atribuída ao espírito André Luiz. Clássico da literatura espírita brasileira, Nosso lar é um romance que versa sobre os primeiros anos do médico André Luiz após sua morte, numa "colônia espiritual", espécie de cidade onde se reúnem espíritos para aprender e trabalhar entre uma encarnação e outra. O romance levanta questões acerca do sentido do trabalho justo e dignificante e da Lei de Causa e Efeito a que todos os espíritos, segundo o espiritismo, estariam submetidos. A novelista Ivani Ribeiro teve o livro Nosso lar entre suas bases para escrever a novela A viagem, que até agora teve produzidas duas versões, ambas com sucesso, e impulsionando a venda de literatura relacionada ao tema. Nosso Lar, obteve o primeiro lugar entre os dez melhores livros espíritas publicados no século XX, segundo pesquisa realizada em 1999 pela "Candeia Organização Espírita de Difusão e Cultura". Atualmente, o livro já possui mais de 1,5 milhão de exemplares vendidos. Os direitos autorais do mesmo foram doados por Chico Xavier à Federação Espírita Brasileira (FEB) em 1944.
Fonte:Portal Espiritismo
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Misericórdia Divina

“Toda vez que a Justiça Divina nos procura no endereço exato para execução das sentenças que lavramos contra nós próprios, segundo as leis de causa e efeito, se nos encontra em serviço ao próximo, manda a Divina Misericórdia que a execução seja suspensa, por tempo indeterminado.”
Perante Jesus cap. 4 - Remuneração Espiritual
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Inteligência Espiritual
"Enquanto sua inteligência pode levá-lo a um bom emprego e sua Inteligência Emocional pode lhe dar promoções, é a sua Inteligência Espiritual que lhe confere satisfação na vida. A Inteligência Espiritual tem os métodos para resolver problemas de significado e valor, e tem o poder de transformar o eu e os outros. Ela cura relacionamentos e nos ajuda a remover hábitos condicionados do passado. Uma pessoa espiritualmente inteligente tem 7 qualidades: (1) entende o significado da vida; (2) experimenta paz, amor, pureza e felicidade; (3) suas ações são guiadas por valores; (4) possui auto-estima real; (5) pensa de forma criativa; (6) se adapta à mudança; (7) experimenta positividade."